Quarta-feira, 04 de Agosto de 2021
SEGURANÇA SANITÁRIA

Com nanotecnologia, Grupo Emops intensifica sanitização do ambiente sem agredir a saúde humana

Novo serviço cria uma superfície que elimina os microrganismos por até três meses. Além de impedir proliferação de fungos, ácaros e bactérias, a sanitização também age contra a Covid-19 no ambiente doméstico, empresarial ou hospitalar



a7cf5dfd-1adf-4aa5-928a-89d84dd0aaae_7FBCB6FD-2ACC-4B24-99A6-9C80B57C6BF7.jpg Foto: Divulgação
12/06/2021 às 09:00

Com mais de 45 anos de experiência no controle especializado de pragas urbanas, o Grupo Emops, dona da marca e-Control, lança um novo sistema que substitui a antiga "dedetização". Segundo a engenheira agrônoma do grupo Emops, Roberta Viana, este método consistia na aplicação de grande quantidade de produtos químicos para eliminar o maior número de pragas. Entretanto, além de ser ineficiente, trazia riscos à saúde humana.

"Na realidade o nome dedetização deriva de um inseticida que foi amplamente utilizado após a  Segunda Guerra Mundial, o DDT [Dicloro Difenil Tricloroetano]. Em 1962 a bióloga americana Rachel Carson mostrou dados de sua pesquisa, onde comprovava os efeitos nocivos do DDD; um inseticida que afetava a fauna, flora e o homem, e era altamente persistente no meio ambiente, levando de 4 a 30 anos para ser degradado. Assim, vários países baniram a utilização deste inseticida na década de 70, no Brasil somente em 97 teve seu uso proibido para o controle de malária", informou a engenheira.



Roberta Viana acrescenta ainda que o termo "dedetização" já não deve ser mais utilizado por conta das novas diretrizes sanitárias exigidas pelos órgão de controle.

"Hoje o nome dedetização está cada vez mais em desuso, o termo mais adequado é 'controle de pragas urbanas', onde uma das das ferramentas utilizadas para se obter o controle são os produtos químicos. Todos os produtos químicos utilizados no serviço devem ser aprovados pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e registrados no Ministério da Saúde", acrescentou Viana.

Proteção contra Covid-19

Sob o nome "PROTECT-SAN", o serviço fornece a sanitização com ação prolongada para proteger o ambiente contra novas contaminações por até três meses. Atualmente, a sanitização comum não possui ação prolongada, limitando-se a eliminar apenas o microrganismo que está presente no local.

Em um cenário pandêmico, onde cada vez mais se faz necessário a higienização do ambiente, a sanitização dos espaços se torna um grande aliado na prevenção de doenças como vírus da Covid-19.

"A sanitização ajuda a frear a disseminação de doenças respiratórias, como o caso do novo COVID-19, rinites, gripes e resfriados. Além disso, a sanitização contribui na conservação de alimentos e objetos, evitando mofos ou bactérias que deterioram os materiais. Tem 98% de eficácia no ambiente com o intuito de eliminar vírus, fungos e bactérias", destaca Roberta Viana.

A engenheira agrônoma ainda ressalta que neste período, houve um aumento na procura de serviços de sanitização de ambientes. Tendo em vista na reabertura de serviços que possuem um grande fluxo de pessoas.

"Com relação as solicitações, a procura pelos serviços ainda continua, porém durante a primeira onda a procura foi maior, principalmente em espaços públicos, com grande fluxo de pessoas, como restaurantes, supermercados, shoppings, orgãos públicos, empresas, aeroportos e até mesmo residência", contou a engenheira.

Segurança

Para o síndico de condomínio do Residencial Vida, Carlos Alan Santos, o serviço tem sido essencial para trazer segurança aos residentes e condôminos em um período conturbado que o mundo sofre por conta da pandemia do coronavírus.

"Manter o condomínio seguro para os condôminos inclui as questões sanitárias, onde precisamos considerar o controle e eliminação de vetores de doenças. Nesse aspecto, é importante ter um plano de combate, preventivo, com a dedetização regular de todas as áreas. Em complemento, é importante associar à iniciativa a atuação de um parceiro que consiga efetivar o plano, em alinhamento com as premissas definidas e encontramos na Emops a garantia do uso de produtos adequados, atuação de equipe compromissada com a segurança e entrega, como resultado, do ‘bem estar’ que buscamos oferecer a cada morador ou colaborador no nosso condomínio", comentou o síndico.

Carlos Alan aproveitou o momento para acrescentar que o condomínio terá espaços revitalizados para dar mais conforto a todos os moradores.

"Mesmo no curto tempo de gestão, iniciada há pouco mais de 60 dias, estamos atuando para melhorar o conforto das instalações, e recuperar o aconchego do Condomínio, revitalizando espaços e sempre tendo como um dos pilares a segurança das pessoas e dos espaços comuns. Continuamos trabalhando duro para que o condomínio Residencial Vida seja um lugar agradável para morar", disse.

Cuidados necessários

Além disso, a engenheira pontua que a sanitização não elimina os cuidados com a higiene que devem ser feitos no local.

"Devido os produtos não possuírem ação residual, mas agirem na redução imediata em até 98% dos microrganismos no ambiente, é necessária uma frequência diária a mensal para evitar o acúmulo de novos microrganismos nos ambientes. Esta frequência é definida conforme a classificação de risco da contaminação pelo fluxo de pessoas e mercadorias no ambiente", pontuou Viana.

Como contratar

Para os interessados no serviço, é possível adquirir por meio da central de atendimento do Grupo Emops, pelo número (92) 3301-4444, ou pelo site: https://econtrol.com.br. No site, é possível ser direcionado para uma central de atendimento pelo WhatsApp, possibilitando maior facilidade na hora de fazer um orçamento.

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Repórter de A Crítica
Amazonense, nascido e criado em Manaus. Graduado em Jornalismo e mestrando em Antropologia Social, ambos pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

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